13 de maio de 2026
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Vereador de Caarapó quer CPI para investigar rombo de R$ 23 milhões na Previdência

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Após o anúncio de uma dívida de R$ 23.213.238,13 da Prefeitura de Caarapó, município situado a 277 quilômetros de Campo Grande, com o PREVCAARAPÓ (Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos Municipais de Caarapó), o vereador Celso Capovilla (PL) solicitou na Tribuna da Câmara Municipal a abertura de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar o caso.

Com informações Marcus Moura Midia Max 

Logo após assumir o mandato à frente do Executivo, a prefeita Professora Lurdes, do mesmo partido, utilizou as redes sociais para denunciar um rombo de cerca de R$ 35 milhões nas contas do município.

A maior dívida denunciada pela chefe do Executivo foi a de R$ 23 milhões com o fundo de previdência dos trabalhadores municipais. São dez débitos reconhecidos, sendo nove deles parcelados e um para pagamento à vista. As parcelas variam entre R$ 23.712,94 e R$ 119.861,89.

Na última sessão da Casa de Leis, realizada nesta terça-feira (19), o parlamentar fez um apelo para que os colegas endossassem o pedido de abertura da investigação. “Deixo aqui o meu convite a todos os demais vereadores que ainda não assinaram: assinem esse pedido e demonstrem preocupação com o futuro do Prev”, apelou o vereador.

O pedido já conta com três assinaturas: a do proponente, do vereador Moacir Baratelli (PL), companheiro de partido, e de Reginaldo Tozzi (Podemos). Ao Midiamax, Capovilla disse que outros dois parlamentares já sinalizaram que vão assinar o requerimento: Léo Mecânico (PSB) e Flávio Manezinho (PP).

Conforme o regimento da Casa, são necessárias no mínimo quatro assinaturas para que o pedido vá ao plenário e, para ser aprovado, precisa do apoio de dois terços dos vereadores, ou seja, oito votos favoráveis.

“A expectativa é protocolar nesta semana e fazer a leitura para votação em plenário já na próxima semana”, finalizou. A reportagem procurou a prefeita para entender como o Executivo avalia a CPI, mas, até a finalização do texto, não obteve resposta. O espaço segue aberto para futuras manifestações.

 

Fonte Midia Max

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